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martes, 25 de octubre de 2016

André Masson

                             

André Masson, pintor, escultor y grabador francés (Balagny-sur-Therain, 4 de Enero de 1896-París, 28 de Octubre de 1987). Formado en La Escuela de Bellas Artes de Bruselas, desde 1908 hasta 1912, tan sólo un año después ingresa en École des Beaux-Arts de París, hecho que le permite conocer la vanguardia cubista. Participa en la I Guerra Mundial como soldado, en la cuál es herido de bala en 1917, hecho que le marcara de por vida, quedando patente en sus cuadros reflejos relacionados con la muerte, la violencia o la desnudez corporal. Finalizada la contienda se traslada a París durante los años veinte, donde entra en contacto con Joan Miró, André Breton o Max Gabo, adhiriéndose a la escuela surrealista. A finales de la década rompe sus relaciones con Breton, y comienza a publicar ilustraciones en revistas como, Revolución Surrealista. Asimismo, por esta época en 1928, presenta su primera exposición de manera individual. Viaja a España para luchar contra las fuerzas franquistas de 1934 a 1937; y acabada la Guerra Civil española, se reconcilia con Breton, entrando a formar parte de los denominados surrealistas ortodoxos. Exiliado en EE UU durante la II Guerra Mundial, se convierte en el pionero del expresionismo abstracto, siendo determinante para la culminación de la pintura de acción de Jackson Pollock. Tras el conflicto regresa a París y rompe con el surrealismo de manera definitiva, centrándose esencialmente en la reproducción de paisajes, montañas o escenas de gran abstracción. 

Posteriormente durante su periodo francés, recibe en 1954 el Gran Premio Nacional de Bellas Artes, además participa en la Bienal de Venecia en 1954, y se inician multitud de exposiciones retrospectivas en su honor en ciudades como Londres, París o Nueva York. Convirtiéndose en un artista contemporáneo (pese a ser el menos conocido de su generación), de importancia y referencia capitales.
En lo que respecta al estilo pictórico de Massón, ha pasado de estar en sus inicios muy cercano a Cézanne, para comenzar a poner de manifiesto sus inquietudes por el cubismo debido a su estrecha relación con Juan Gris, topar con el surrealismo de Breton y definirse en su exilio americano, retomando un surrealismo que roza la abstracción con incluso influencias de las filosofías orientales.
Su obra está presente en museos y colecciones de medio mundo, tales como: El Reina Sofía o La fundación Joan Miró en España, el MOMA de Nueva York o el Tate británico.


La ciudad abandonada, (1924).


Mujer con pájaro, (1924).


Los segadores andaluces, (1935).


Volviendo a la ejecución, (1937).


El pianotauro, (1937).


Tauromaquia, (1937).



La metaformosis de los amantes, (1938).


Gradiva, (1939).


Retrato del poeta Kleist, (1939).


Goethe y la persecución de las plantas, (1940).


Espejo Cóptico, (1942).


El taller de Dédalo, (1943).


La ciudad nocturna, (1956).


Los ascetas, (1961).

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martes, 21 de abril de 2015

André Masson

Andre-Breton 
 André Masson

                                                     Año, local de nascimento1896, França

                                                          Año, local de morte1987                                             


 

                       (Balagny-sur-Thérain, 1896-París, 1987) Pintor francés. Iniciado en el cubismo, derivó con posterioridad hacia el surrealismo. Tras una estancia en EE UU (1941-1945), adoptó un lenguaje más abstracto y se orientó también hacia el retrato (serie Sybille, 1944-1945). Su obra ulterior, entre abstracta y figurativa, se caracteriza por su temática violenta. Es notable también su labor como grabador (ilustró obras de Rimbaud, Tzara y Aragon, entre otros).

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                                                                                               Two Naked, 1924

Em 1905, a família de André Masson instala-se em Bruxelas, onde, aos onze anos, este ingressa na Académie royale des beaux-arts e na École des arts décoratifs daquela cidade. Em 1912, chega a Paris com a família onde frequenta livremente cursos na École nationale des beaux-arts. Graças a uma bolsa, em 1914 descobre a Toscana com o seu companheiro, Maurice Loutreuil, mas é apanhado pela guerra e mobilizado. Gravemente ferido, em 1917, na Batalha do Marne, será, mais tarde, encarcerado por antimilitarismo e alimentará, toda a sua vida, uma profunda repulsa pela guerra e pelo belicismo.

De regresso a Paris, em 1919, recomeça a pintar, num estilo cubista. Associa-se a Manolo Hugué (é testemunha do seu casamento), Pinchus Krémègne, e Chaïm Soutine. Durante o inverno de 1921-1922, instala-se no n.º 45 da rue Blomet, tendo Joan Miró por vizinho. Por intermédio de Max Jacob, trava conhecimento com Roland Tual, Jean Dubuffet, Armand Salacrou, Georges Limbour, Michel Leiris, Daniel-Henry Kahnweiler, Juan Gris, André Beaudin, Suzanne Roger, Elie Lascaux, Antonin Artaud, André Malraux… que permanecerão seus amigos. 
Kahnweiler, que dirige a Galerie Simon, propõe-lhe contrato no final de 1922, e organiza uma sua primeira exposição individual, no início de 1924 (com prefácio de Limbour). André Breton adquire, então, a sua obra Les Quatre éléments [Os quatro elementos]. O encontro entre Breton e Masson tem lugar em setembro. Masson começa a frequentar o Bureau de Recherches Surréalistes, participa nas atividades do grupo e figura no primeiro número da revista La Révolution surréaliste. Para os surrealistas, sobretudo escritores, os seus desenhos são, a partir de 1924, o equivalente plástico da escrita automática. Masson conhece, então, Paul Éluard, Benjamin Péret, Louis Aragon, Marcel Noll, Max Morise, Georges Malkine, Robert Desnos e, mais tarde, em 1925, Yves Tanguy, Jacques Prévert, e Marcel Duhamel, que habitam na rue du Château. O seu atelier é um dos lugares de eleição das atividades coletivas dos surrealistas. As relações com Breton deterioram-se no início de 1927. Um ano mais tarde, Masson recusa o projeto de ação comum contido no «Segundo Manifesto», rompe com Breton e distancia-se do grupo, sem que se possa falar de exclusão.

                       
                                                                                          Armour, 1925

A partir de 1925, tendo abandonado o seu atelier da rue Blomet, Masson vai viver para a região do Midi. Autor de desenhos eróticos, de 1922 em diante, ilustra, em 1928, para René Bonnel e Pascal Pia, L’Histoire de l’oeil, de Lord Auch (Georges Bataille) e Le Con d’Irène, de Albert de Roustisie (Louis Aragon). Ilustra, igualmente, Justine, de Sade, mas a obra não chega a ser editada. Georges Bataille, que conhece em 1924, será um dos seus melhores amigos, para o qual ilustra L’Anus Solaire, em 1931, e Sacrifices, em 1933. Em 1927, cria os quadros de areia, que influenciarão Jean Dubuffet e Jean Fautrier. Em 1933, trabalha na criação do cenário e guarda-roupa do bailado Les Présages, de Léonide Massine (Ballets russes de Monte-Carlo). Muda-se para Espanha, em 1934, onde se dedica, sobretudo, à tauromaquia. Durante a guerra civil, alia-se aos antifascistas. 
Os acontecimentos em França e em Espanha levam-no a retomar o contacto com Breton, no âmbito da Association des Écrivains et Artistes Révolutionnaires, e participa, em 1938, na Exposition internationale du surréalisme [Exposição internacional do surrealismo]. Trabalha, então, em séries, como os Massacres ou os Portraits imaginaires [Retratos imaginários] e colabora com Jean-Louis Barrault, Charles Dullin, Darius Milhaud ou Sylvain Itkine, na criação de cenários de teatro e de ópera.

           

                                                                                                         Removal, 1932

Em 1940, enquanto aguarda por um navio que o leve aos Estados Unidos da América, Masson detém-se próximo de Marselha, convivendo com os escritores e artistas hospedados na Villa Air-Bel. Estabelece-se, finalmente, no Connecticut, e adapta-se bem à sua nova vida, organizando exposições (uma retrospetiva em 1941, em Baltimore; pinturas na Willard Gallery e desenhos na Buchholz Gallery, em Nova Iorque; e ainda outras em 1944 e 1945), dando conferências, e frequentando os artistas e escritores «no exílio», como Tanguy. Masson rompe de novo com Breton, em 1943, por razões políticas. De regresso a França, reparte o seu tempo entre Paris e Aix-en-Provence. Dedica-se à ilustração, ao teatro, à ópera, bem como a pinturas de paisagens profusamente coloridas, expressionistas e líricas, nos limites da abstração, em incessante renovação e dando provas de verdadeira inventividade. Pontos altos de uma rica carreira: em França, em 1965, André Malraux, então Ministro da Cultura, encomenda-lhe a decoração do teto do Théâtre de l’Odéon, em Paris; nos Estados Unidos, em 1976, o Museum of Modern Art (MoMA) de Nova Iorque organiza-lhe uma retrospetiva (que depois viaja até Houston e Paris).


                                                                                               Armour, 1925
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                                                                                            The Star, 1925
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                                                                                     Removal, 1932
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                                                                                                 Removal, 1933
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                                                                                   The Horses of Diomedes, 1934
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                                                                                               Ibdes in Aragon, 1935
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                                                                                Landscpae with miracles, 1935
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                                                                                         Andalusian Reapers, 1935
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                                                                                          Aube à Monserrat, 1935
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                                                                            Iconics Views of toledo, 1936
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                                                                                                The Pianotaure, 1937
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                                                                                              Le Viol or La Chute
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                                                                                              Dark Forest, 1937
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                                                                                                     Bullfighting, 1937
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                                                                                                  Bullfighting, 1938 .


                                                                                         The Labyrinth, 1938
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                                                                                                           Pasiphae, 1938
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                                                                                                            Pasipahe (¿?)
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                                                                                                     Pasiphae
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                                                                                                       Minotaure
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                                                                                      The Bottom of the Sea, 1938
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                                                                                                         Pygmalion, 1938
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                                                                                Pygmalion, 1938 (v 2)
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                                                                                    In the Tower of Sleep, 1938
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                                                                  The Metamorphosis of the Lovers, 1938
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                                                                    The Painter and the Time, 1938
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                                                                           Le Fauteuil Louis XVI
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                                                                                                     Oedipus, 1939
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                                                                                                     Gradiva, 1939
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                                                                                                        Gradiva, 1939
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                                                                                Hotel des Automates, 1939-41
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                                                                                Portrait of the Poet Kleist, 1939
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L'Homme Emblematique, 1939
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The Metaphisical Wall, 1940
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Goethe and the Metamorphosis of the Plants, 1940
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The Street Singer, 1941
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Yard Birds, 1941
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Pasiphae, 1942
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There is not World Ended, 1942
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The Kill, 1944
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Couple in the Night, 1958
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Games Centaurs, 1961
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Nuit Fertile, 1962
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The Vagabond, 1966



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